domingo, 4 de janeiro de 2009

Hei de mim

Na mente escuridão
No peito um turbilhão
O medo comprime o estômago
Uma ânsia reaviva os sentidos

Começo a pensar no que foi
No que é, no que seria
Mas o que foi passou sem volta
Pro destino só resta revolta

Ai de mim, o peito que sangra
Lutar contra o sentimento
Deixar fluir a razão da mente

Ai de mim, que não tenho mente
Doente que manda na atitude fora de mim
Por isso, vivo desse jeito assim.

Hei de mim ser tão diferente!
Deixa que os outros pensem suas mentes
O que me dói é não ter meu coração são.

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