segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Crepúsculo, o filme.

Esse final de semana fui assistir a estréia do filme: Crepúsculo.
Eu tinha certeza que ficaria emocionadíssima e que examinaria minunciosamente cada segundo do filme. Fui sozinha, o que era melhor pra todo mundo. Assim ninguém precisaria ter que aturar meus comentários inoportunos, que em minha mente foram inúmeros.
Eu quase comecei a conversar com o casal sentado ao meu lado pra poder desabafar, mas me contive.
A verdade é que eu fiquei muito desapontada. Talvez eu vá assistir novamente, acho que sem a empolgação as coisas podem fluir melhor. Mas é como as pessoas sempre dizem a adaptação nunca fica tão boa quanto o livro. Eu quis me enganar, afinal de contas, quem leu Harry Potter e depois viu os filmes ficou boqueaberto com tamanha fidelidade aos detalhes.
Se eu fosse Stephenie Meyer, eu ficaria deprimida.
A riqueza dos detalhes foi ocultada, a paixão não ficou sobresalente. A sedução intensa ficou esquecida. Detalhes importantíssimos da narrativa ficaram abandonados, sem pai nem mãe. E eu fiquei frustrada!
Edward e Bella tiveram uma paixão de verão, daquelas que vêm do nada, acontecem e pronto! Não foi isso o que Stephenie descreveu. Ah, não!
Se eu tivesse feito o roteiro e dirigido o filme, não sei se todo mundo aprovaria, mas eu tenho certeza que o romantismo seria o mesmo que o livro propunha.

Um comentário:

André Ucci disse...

hehehe.. morte aos cineastas dessa categoria..