Ainda que meu coração congelasse e não batesse nunca mais, você me faria suspirar. Não sei se são os olhos castanhos, o toque intenso e desejoso ou aquele cheiro inebriante de seu corpo. Sei apenas que tudo em si me atrai.
Quando deitamo-nos na cama e o mundo se resume naqueles poucos metros quadrados, nada me falta. Tenho sua atenção, seu toque, seu beijo. Seus olhos fitando meu corpo, suas palavras me deixando envergonhada. Quando seu braço me envolve pela cintura me aproximando do calor de seu corpo o máximo possível, tudo faz sentido. Porque tenho seu rosto perto, seu corpo sobre o meu, seu pensamento em mim. Uma entrega perfeita!
Naquele momento, meus pensamentos se tomam de êxtase e não consigo me concentrar em nada além das minhas mãos deslizando pelas suas costas, umedecidas com o seu suor. Impossível ter qualquer outra reflexão na mente que não a ávida sincronia na qual dançávamos, que não a poesia que nos tornávamos naquele momento. Totalmente livres de preconceitos, problemas, brigas...
Nada mais fazia sentido, nada mais tinha razão de ser que não fosse encontrar meu corpo no seu, meus olhos nos seus, minha língua em sua boca.
Você conduzia com maestria minhas mais profundas sensações, ponderando entre o agressivo e afável, entre puxar meus cabelos, e segurar meu rosto beijando-me a boca.
Era muito mais do que sexo. Era puramente Amor.
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